Bitcoin foi um dos melhores investimentos do Brasil em 2015

Moeda valorizou-se 92% no Mercado Bitcoin desde o começo do ano
O ano de 2015 foi complicado para quem teve que decidir onde aplicar seu dinheiro.
Bitcoin-Melhor-Investimento-2015

E o preço subiu!

As incertezas na economia e no cenário político brasileiro deixaram os mercados financeiros muito turbulentos.
Desde o começo do ano até meados de dezembro o índice Bovespa, que calcula o desempenho das ações das principais empresas de capital aberto do Brasil, sofreu uma queda de aproximadamente 7%.
As ações ordinárias da Vale, castigadas pelo desastre ambiental com sua controlada Samarco e pela queda de preço das commodities, caíram cerca de 42% e os papéis da Petrobras cerca de 2%, depois de muito sobe e desce.
Na linha dos investimentos que deram rendimento positivo, a poupança rendeu 7,34% no mesmo período. O título público mais rentável foi o Tesouro IGPM+ com Juros Semestrais, com vencimento em 2017, que rendeu cerca de 15%. Houve ainda a disparada do dólar, que está com alta de 44% entre janeiro e dezembro.
Contudo, nem a alta do dólar foi superior a alta da moeda digital Bitcoin.
No primeiro dia de janeiro, bitcoins eram negociados no site Mercado Bitcoin pelo valor médio de R$ 892,00. Em 11 de dezembro cada moeda foi transacionada pelo valor médio de R$ 1717,00 , uma alta de 92% em seu valor.
O Bitcoin foi o investimento com melhor rentabilidade no Brasil no ano de 2015.
Essa alta pode ser explicada pela alta do dólar e  pelo grande interesse que a moeda passou a atrair de fundos de investimento e instituições financeiras de todo o planeta.
Em 2015 os investimentos por parte dos fundos de capital de risco em empresas que trabalham com a moeda superaram US$ 1 bilhão pela primeira vez. Houve também a criação novos produtos, como o Bitcoin Investment Trust, um fundo negociado nos EUA por corretoras com o preço atrelado ao Bitcoin. Por fim, gigantes financeiros como Nasdaq, Visa e Microsoft começaram a fazer apostas nas tecnologia  por meio de investimentos e criação de novos produtos.
Em 2016 espera-se que a tecnologia ganhe mais legitimidade e comece a alcançar os consumidores finais. A taxa de criação de novas moedas cairá pela metade, o que deve elevar ainda mais o seu preço.

Projeto de lei propõe o fim da circulação e uso de dinheiro em espécie no Brasil

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Hora de começar a colecionar cédulas de real?

No dia 19/11/2015 haverá uma audiência pública no congresso brasileiro para discutir o Bitcoin, na qual eu Rodrigo Batista, estarei presente representando o Mercado Bitcoin.

Contudo, essa discussão acontecerá como parte de um projeto muito maior, que afetará a todos os brasileiros. O projeto de lei em discussão visa extinguir o dinheiro em espécie no Brasil.  Diz o primeiro artigo: fica extinto o dinheiro em espécie e proibida sua produção, circulação e seu uso em transações financeiras.

Segue abaixo o projeto de lei na íntegra, que tem apenas 3 artigos e uma justificativa sobre os motivos da lei (os grifos são todos meus). O autor do projeto é o deputado Reginaldo Lopes.
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PROJETO DE LEI Nº , DE 2015 (Do Sr. Reginaldo Lopes)

Extingui a produção, circulação e uso do dinheiro em espécie, e determina que as transações financeiras se realizem apenas através do sistema digital.

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º fica extinto o dinheiro em espécie e proibida sua produção, circulação e seu uso em transações financeiras.
Parágrafo único: é permitida a posse de cédulas de dinheiro para fins de registro histórico.

Art. 2º Fica proibida a cobrança por empresas bancárias e de crédito, de percentual em transações de debito.

Art. 3º Esta lei entra em vigor em 5 anos a partir da data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO

Em um primeiro momento pode parecer improvável o fim do dinheiro em espécie, mas analisando com mais critério esta ideia podemos verificar a grande importância do tema. Mais comuns a cada dia que passa, transações feitas digitalmente (seja em sites de banco, máquinas de cartão de débito/crédito, celulares) poderão, daqui a alguns anos, fazer com que cédulas de moedas caiam no esquecimento, sem falar que terroristas, sonegadores, lavadores de dinheiro, cartéis de drogas, assaltantes, corruptos estariam na mira fácil do controle financeiro.

A tecnologia proporciona todas as condições para que pagamentos, inclusive de pequenos valores possam ser feitas sem a necessidade de se portar dinheiro em espécie.

É muito mais simples do que parece. O Governo Federal possui o cadastro nacional para programas sociais (Cadastro Único), que é um instrumento que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda. Estão inscritos nesse cadastro 50 milhões de pessoas e para receber os benefícios são utilizados cartões magnéticos.

Em 2008, 33% das transações no Brasil eram feitas com cartões e, em 2012, esse número correspondia a 37%. A utilização de cheques caiu de 14% a 6%; já os débitos diretos subiram de 6% para 19 % do total das transações sem dinheiro em espécie. Em termos de movimentações financeiras sem dinheiro, o Brasil continua sendo o terceiro maior país no ranking global, atrás dos Estados Unidos e da Europa, revela a 10ª edição do World Payments Report, elaborado pela Capgemini e pelo Royal Bank of Scotland (RBS).

Em 2015, 7 bilhões das 47bilhões de transações financeiras realizadas por “mobile” — os pagamentos móveis — serão liquidadas fora do sistema bancário convencional. O volume é 1.160% maior do que em 2011, quando totalizava 600 milhões de transações. Na época, esses 600 milhões representavam 8,5% do total de transações por mobile, que estavam em 7 bilhões. Isso, representará 15%. Ou seja, a parte realizada por “não-bancos” — empresas como Pay Pal, PagSeguro, Mercado Pago e outros — cresceu duas vezes mais no período. Os números e previsões são da consultoria francesa Capgemini,e estão na 10ª edição do WorldPayments Report.

O percentual de brasileiros com conta bancária subiu de 37% para 51%, entre 2008 e 2012, revela pesquisa divulgada pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio/RJ). Já segundo o Banco Central o número de cartões de débito ativos em 2013 apresentou crescimento de 9,8%, terminando o último ano em 106,2 milhões. Já a soma de todos os cartões débito e credito existentes em 2012 somaram 704 milhões de unidades, mais de três por habitantes segundo a ABECS ( Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços).

Diante destes números é fácil perceber que em alguns anos todo brasileiro economicamente ativo possa possuir uma conta bancaria e um cartão de crédito e não ficaria difícil extinguir o dinheiro em espécie. Com este cenário é fácil perceber a inevitável tendência para a real possibilidade de que em alguns anos possa se viabilizar esta proposta.

Os primeiros benefícios desta proposta e talvez os mais importantes são o combate a violência, a corrupção, a lavagem de dinheiro e o trafico de drogas. Como toda transação financeira poderá ser rastreada ficarão quase impossíveis as praticas destes Crimes, pois toda transação seria oficializada através de transações bancárias e as despesas pessoais através do cartão de crédito ou débito. Para a compra ambulante, doações, compras de passagens e tudo mais, bastaria haver caixas eletrônicos, maquinas de cartões, telefones celulares e outros dispositivos que possam ser criados para realizar as operação de uma conta para outra.

Outro fato importante é que diminuiríamos todos os controles de fiscalizações, poderia os tributos federais, estaduais e municipais serem calculados através dessa movimentação. A sonegação iria ser eliminada e haveria uma possibilidade maior do controle fiscal, condição necessária para uma boa reforma fiscal e tributária.

Eliminaríamos práticas de crimes como assaltos a bancos, arrombamentos de caixas eletrônicos, assaltos a postos de gasolina, sequestros, saidinhas de banco e violência em geral.

Gastos com emissão de moeda, notas, transportes de valores não seriam mais necessários e algumas mudanças culturais teriam que acontecer.

Claramente muitos ajustes deverão ser feitos e será necessário o desenvolvimento de algumas soluções para dar praticidade à proposta, mas serão ajustes pontuais e com a tecnologia atual seria fácil atender as demandas para implantação.

Com a diminuição da sonegação que praticamente será eliminada os governos poderão prever e gerenciar melhor os orçamentos públicos. A Reforma tributária poderá realmente sair do papel. Como haverá uma arrecadação maior poderá haver uma redução de impostos, a simplificação dos tributos. A tributação poderá ser progressiva, onde se tribute mais as grandes rendas e o lucro capital ao invés da tributação dos salários e do faturamento como é atualmente. É possível diminuir os impostos indiretos que criam esta política tributária regressiva e que penalizam o assalariado trabalhador deste país.

Diante das inúmeras variáveis desta equação muitas perguntas surgirão e deverá haver ajustes e desenvolvimentos de algumas soluções.

Pode ser um caminho inevitável e alguns exemplos internacionais começam a se despontar. A Noruega, por exemplo, caminha para ser o primeiro país a extinguir o dinheiro em espécie pela cultura econômica criada como política de governo, pois, apenas em 4% das transações no país são utilizados dinheiro em espécie. A Suécia também caminha para esta proposta, pois também estão abaixo dos 4%, as transações com dinheiro em espécie no país.

O governo israelense anunciou a criação de uma comissão que estudará as maneiras de como eliminar o dinheiro que circula no país com o objetivo de buscar a melhor maneira para impedir que os cidadãos soneguem seus impostos. O comitê será presidido por Harel Locker, diretor do Gabinete do Primeiro Ministro.

Portanto é necessária a formalização de uma política governamental com o intuito de buscar a efetivação desta proposição Legislativa. A Câmara Federal como precursora de políticas inovadoras para a sociedade brasileira deve buscar o debate desta proposta estabelecendo uma política de Estado propondo a extinção do dinheiro em espécie que pode trazer muitos benefícios à sociedade e colocar nosso país em outro patamar da organização fiscal, tributária e do combate à violência, sonegação, trafico de drogas e corrupção.

O projeto original pode ser baixado clicando aqui.

 

MasterCard faz seu primeiro investimento no mundo do Bitcoin

Logo da MasterCard

MasterCard faz seu primeiro investimento formal no mundo do Bitcoin

Barry Silbert é possivelmente o maior investidor em empresas de Bitcoin no planeta. Nesta semana ele vendeu uma bolsa de valores nos EUA, a Second Market, e agora está lançando um conglomerado dedicado exclusivamente ao Bitcoin e outras tecnologias que usam o blockchain.

O nome do da empresa é Digital Currency Group, e será responsável por gerenciar todos os seus ativos em moedas digitais, o que inclui 57 empresas de Bitcoin.

Estamos construindo o maior grupo de empresas de moedas digitais e de blockchain. Vamos também iniciar negócios de alto crescimento por conta própria e desenvolver uma plataforma global para dar assistência a nossas empresas”, disse ele à revista Fortune.

O Digital Currency Group está estruturado como uma empresa, ao invés de um fundo de investimentos, já pensando em se tornar uma empresa listada em bolsa em algum dia.

Entre os novos investidores, estão MasterCard, que está fazendo seu primeiro investimento formal no mundo dos bitcoins. As outras empresas são: Bain Capital Ventures, CIBC, CME Ventures, FirstMark Capital, New York Life, Novel TMT, Oak HC/FT, RRE Ventures, Solon Mack Capital e Transamerica Ventures.

“Ainda estamos longe de que o Bitcoin se torne uma moda funcional”, diz Barry Silbert. Primeiro ele será uma moeda especulativa que terá seu preço subindo até criar uma base grande o suficiente para que Wall Street comece a negociá-la. Depois, lojas embarcarão na novidade e conforme ele se torne um meio de pagamento mais comum, se tornará uma alternativa aos sistemas de transferência de dinheiro existentes hoje. Realmente acredito que isso acontecerá e quero que o DCG seja grande parte disso.”

Mike Tyson lança sua primeira máquina de venda de bitcoins em Las Vegas

Mike Tyson e sua ATM

Mike Tyson e sua máquina de vendas, um soco na cara dos céticos da moeda digital :)

Recentemente omundo dos bitcoins foi agraciado com diversas notícias de impacto, como a formação de um consórcio de 9 bancos globais para pesquisarem sobre bitcoins em conjunto, ou a publicação de preços de Bitcoin do Mercado Bitcoin pela CMA, maior empresa brasileira de dados financeiros, entre diversas outrasboas novas.

Mas nenhuma delas supera, em termos de excentricidade pelo menos, a notícia de que Mike Tyson lançou uma máquina de venda de Bitcoins que leva seu próprio nome. A primeira unidade da Mike Tyson Bitcoin ATM está em no Hotel e Cassino LINQ, em Las Vegas.

“Me sinto honrado de entrar na revolução do Bitcoin com minha primeira ATM”, disse o ex-lutador.

Essa é a primeira de uma serie de unidades que serão lançadas por ele e seus sócios nos EUA. Mike tem 50% da empresa que responsável pela empreitada.

Foi dado mais um pequeno passo rumo a adoção universal do Bitcoin.

Round 1 – Fight!!!

Cotação de Bitcoins chega aos terminais financeiros

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CMA e Mercado Bitcoin fecham parceria para divulgação de preço e histórico de negociação de Bitcoin no Brasil

CMA se torna pioneira no mercado ao trazer cotações de Bitcoins para os terminais financeiros.

Criado para fazer pagamentos de uma forma tão simples quanto enviar um e-mail, o Bitcoin é uma moeda digital que já está sendo usada como meio de pagamento. De uma maneira inovadora, os Bitcoins são controlados por computadores conectados à Internet, de modo que seu processamento aconteça de forma descentralizada, sem relação com nenhuma empresa ou banco central.

Além disso, para transacionar qualquer valor, para qualquer lugar do mundo e para qualquer pessoa, não é preciso fornecer dados pessoais, tornando a transação rápida e praticamente sem custo.

Conquistando a adesão de muitas empresas ao redor do mundo, a soma de valores de todos os Bitcoins existentes chega a marca de 3,5 bilhões de dólares. Diante disso, a Bolsa de Nova York fez parte de um investimento de 75 milhões de dólares no Coinbase, um processador de pagamentos e bolsa de Bitcoin dos EUA; assim como a Nasdaq que está se preparando para fornecer tecnologia para a startup Noble, uma bolsa para negociação de bitcoins e outros ativos digitais.

Aqui no Brasil, a cotação em tempo real destas moedas virtuais fica por conta da CMA, líder no segmento de sistemas de informações, análises e negociação eletrônica nos mercados globais financeiro e de commodities. Em parceria com o Mercado Bitcoin, a maior empresa de moedas digitais da América Latina, se tornou a primeira empresa a fornecer cotações em tempo real de Bitcoins.

Trazendo estas cotações para os terminais financeiros, a CMA inova no fornecimento de tais dados. “Acreditamos no crescimento dos bitcoins dentro dos portfolios de ativos e investimentos das pessoas, além de sua utilização como meio de pagamento. Por isso, resolvemos inovar e trazer de forma pioneira as cotações deste ativo, gratuitamente, para nossos clientes” – resume Raphael Juan, Diretor de Produtos e Mercados da CMA.

“O Mercado Bitcoin, por ser o maior portal de negociação de bitcoins da América Latina, viu na CMA um parceiro estratégico para a distribuição das cotações das moedas virtuais. Com milhares de terminais de informações, análises e negociações eletrônicas dos mercados de varejo e institucional, tanto no Brasil quanto nos principais mercados latino-americanos, vamos alavancar a quantidade de novos negócios juntos aos clientes da CMA e temos certeza de que bons resultados serão colhidos muito rapidamente para as duas empresas”, destaca Rodrigo Batista, sócio do Mercado Bitcoin.

O Humble Bundle, um excelente site de compra de jogos que aceita Bitcoins!

humble_bundlePara quem não conhece, o Humble Bundle é um serviço que cria Bundles, “pacotes” de jogos contendo vários títulos, e deixa você escolher quanto quer pagar por eles! Se você desejar, pode pagar menos de um dólar no pacote, mas, se pagar um valor acima da média, você recebe mais outros títulos! Os Bundles variam desde jogos pequenos de desenvolvedores independentes, à grandes títulos de empresas grandes.

Além de tudo, parte ou a totalidade do dinheiro arrecadado com esses bundles é direcionado à caridade!

Você pode escolher quanto do que pagou vai para a caridade, para os desenvolvedores, ou para o próprio site.

Eles aceitam Bitcoin em todas as compras desde 2013!

Vale a pena conhecer!

O endereço do site é https://www.humblebundle.com/

(Antes que perguntem, este não é um post patrocinado. Gostamos do serviço mesmo!)

Goldman Sachs lidera investimento de 50 milhões de dólares na startup de Bitcoins Circle

Goldman-Sachs-Logo

 

A staturp de Bitcoins Circle acaba de captar 50 milhões de dólares junto ao maior banco de investimentos do planeta, o Goldman Sachs, e ao fundo IDG Captal, da China. Eles se juntam aos atuais investidores na empresa que já inclui gigantes como Breyer Capital, General Catalyst Partners e Accel Partners.

Tom Jessop disse que o banco reconhece a necessidade de investir em empresas que “têm a promessa de transformar os mercados globais por meio de inovação tecnológica”.

Já Quan Zhou, diretor do IDG Capital disse: “estamos muito empolgados com nosso investimento e ajudaremos no lançamento da empresa no mercado chines, onde a adoção de pagamentos por meio de produtos digitais está crescendo a uma taxa significativa.

A companhia Circle vem lançando produtos para tornar fácil o uso de bitcoins. Segundo seu CEO os próximos mercados a serem prospectados são Reino Unido, Europa Continental e China.

O capital levantado será usado para possibilitar a expansão da empresa, tanto nos EUA quanto internacionalmente.

Mais detalhes em inglês: http://www.nytimes.com/2015/04/30/business/dealbook/goldman-and-idg-put-50-million-to-work-in-a-bitcoin-company.html?smid=tw-share

Bitcoin Hub é criado no Rio de Janeiro

BitcoinHubLogo
Será lançado em 12 de de Março de 2015, no Rio de Janeiro, o Bitcoin Hub.
O projeto reúne curiosos e especialistas para discutir o funcionamento e o impacto das criptomoedas no mundo, dentre elas a mais famosa e precursora da tecnologia: o Bitcoin.

A partir de encontros presenciais realizados no Rio de Janeiro, em especial na sede do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro, o grupo torna pública uma conversa que surgiu há 4 anos entre os membros do ITS, que vem acompanhando o enorme debate internacional sobre o tema, e que quer agora aprofundá-lo no Brasil.

A participação no evento de lançamento é gratuita e pode ser feita em https://www.eventbrite.com/e/bitcoin-hub-its-lancamento-do-projeto-tickets-15999278272

Convidados


Ronaldo Lemos – Diretor do ITS, conselheiro da Stellar Foundation e apresentador do Navegador (GloboNews)

Gabriel Aleixo – Coordenador de projetos do ITS, idealizador do Bitcoin Hub

Marco Agner – Desenvolvedor de softwares, atuante nas áreas de Bitcoin e Segurança da Informação

Gabriel Menegale – Publicitário (em formação) com especial interesse em tecnologia, inovação, economia e investimentos e com passagem por iniciativas pró-liberdade


Debates

Os fundamentos técnicos e econômicos do Bitcoin

As perspectivas de uso das criptomoedas no mercado global

Como a tecnologia blockchain pode transformar as relações na era digital


Sobre o Hub

Bitcoin Hub

O projeto reúne curiosos e especialistas para discutir o funcionamento e o impacto das criptomoedas no mundo, dentre elas a mais famosa e precursora da tecnologia: o Bitcoin. A partir de encontros presenciais realizados no Rio de Janeiro, em especial na sede do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro, o grupo torna pública uma conversa que surgiu há 4 anos entre os membros do ITS, que vem acompanhando o enorme debate internacional sobre o tema, e que quer agora aprofundá-lo no Brasil.

Os focos centrais das ações do projeto são a formação de uma comunidade em torno do uso e do estudo do tema e seus desdobramentos sociais, econômicos, tecnológicos e legais; a inserção do ITS e de eventuais parceiros associados ao projeto como agregadores de interessados que, isoladamente, não conseguiriam gerar o mesmo impacto; a promoção de encontros presenciais e remotos com grandes entusiastas técnicos/teóricos e players de mercado em nível mundial. Com isso, espera-se um significativo incremento no movimento global de promoção do Bitcoin, respeitando e reforçando os princípios com base nos quais ele foi lançado, como a natureza descentralizada a partir da qual vem se consolidando.

Em Março tem início nossa série de 20 encontros presenciais planejados para o ano de 2015 no Rio de Janeiro. Eles se dividirão em 10 encontros temáticos, relacionando o Bitcoin e temas afins a um tópico de interesse específico e mostrando como as criptomoedas o afetam, e 10 encontros de acompanhamento geral da tecnologia, quando se poderá discutir sobre novos negócios e avanços técnicos do protocolo,  além de um melhor entendimento a respeito de seu funcionamento e das perspectivas tecnológicas, econômicas, políticas e legais que está abrindo.

Para os que se encontram em outras regiões do país, a formação de hubs locais e independentes para discutir e acompanhar o Bitcoin será não apenas desejada como estimulada; inclusive, com a possibilidade de integração de atividades por meio de compartilhamento de contatos e canais de comunicação, streaming de nossos encontros para grupos regionais organizados, além do desenvolvimento simultâneo de campanhas e eventos de alcance nacional. Se essa é sua intenção, escreva para contato@bitcoinhub.com.br e lhe ajudaremos.

A ideia será sempre mostrar que o Bitcoin não surgiu num vácuo, mas sim dentro de uma conjuntura específica cujos problemas busca resolver; e tende a ter mais sucesso nesse sentido quanto maior for o número de pessoas aptas a trabalhar com ele em suas respectivas áreas de especialização. Além disso, ao longo do ano, está programada a realização de dois eventos públicos no formato semelhante ao da Satoshi Square, a fim de gerar a aproximação entre entusiastas e pessoas alheias à existência ou ao funcionamento do Bitcoin.

O único pré-requisito para se integrar a essas e outras atividades que surgirão ao longo das reuniões é gostar de tecnologia e ter a mente aberta para as transformações que ela vem trazendo à sociedade. São bem-vindos indivíduos dos mais diferentes níveis de conhecimento técnico, áreas de atuação profissional e orientações políticas, dentre outros. Espera-se montar o grupo mais diverso possível nesses e nos demais aspectos, contando apenas com o desejo comum de um mundo mais curioso, autônomo e inovador.

Equipe

Gabriel Aleixo
Coordenador de Projetos do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro, onde vem pesquisando e difundindo informações sobre moedas digitais, criptografia e privacidade desde 2013. Idealizador do Bitcoin Hub, acredita no potencial transformador de tecnologias abertas e voltadas a levar mais autonomia às pessoas.

Gabriel Menegale
Publicitário (em formação) com especial interesse em tecnologia, inovação, economia e investimentos. Já teve passagem por algumas iniciativas pró-liberdade. Acredita em ordem espontânea, descentralização, economia livre e responsabilidade individual. Atualmente, trabalha em uma agência de publicidade e colabora para o projeto Bitcoin Hub na área de comunicação e marketing.

Marco Agner
Desenvolvedor de Softwares, usuário de criptomoedas desde 2013 e focado em tecnologias com potencial para melhorar a realidade em que vivemos. Atualmente, atua como consultor técnico no projeto Bitcoin Hub e contractor remoto para uma empresa do ramo de soluções no uso de Bitcoin por clientes e negócios.

Saiba mais sobre o Bitcoin Hub em www.bitcoinhub.com.br

Como declarar seus bitcoins no Imposto de Renda de 2015

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O Bitcoin ainda é um assunto novo para muitas pessoas, inclusive para a Receita Federal. Como muita gente ainda se perde em relação ao que fazer na declaração, criamos este resumo explicando como declarar seus bitcoins no imposto de renda.

Atenção, isso não é uma consultoria tributária. Use por sua conta e risco. Infelizmente impostos são um assunto complexo no Brasil e, apesar de nossa pesquisa intensa, algo pode estar incompleto ou incorreto nas recomendações abaixo.

Pela legislação vigente no Brasil, não há nenhuma lei que dê tratamento diferenciado ao Bitcoin. Assim, ele é considerado um bem, da mesma forma que uma obra de arte, por exemplo.

No ano passado, o fisco fez algumas declarações que podem ser resumidas da seguinte forma:

– Quem possui mil reais ou mais em bitcoins, deve incluí-los na seção “outros bens” da declaração de imposto de renda.

– Por não existir uma cotação oficial do Bitcoin, estes incluidos em “outros bens” podem ter seu valor calculado considerando-se a cotação de uma bolsa, como o Mercado Bitcoin, no Brasil, ou Bitstamp, na Europa. O valor a declarar por cada unidade, deve ser o valor de 31/12/2014. No Mercado Bitcoin esse valor foi de 910,99 a unidade ao fim do dia e este pode ser usado como referência.

– Se você fez uma venda superior a 35 mil reais em um mês e obteve lucro com essa operação, você deve pagar imposto de 15% sobre o montante ganho.

– Caso você não tenha declarado os ganhos com Bitcoin nos últimos cinco anos, precisa pagar o imposto com multa e juros.

Com estes três pontos acima, as principais dúvidas quanto à forma de declarar estão respondidas.

As matérias a seguir têm exemplos ilustrativos e mais detalhados de como proceder, caso o leitor ache necessário.

Matéria da Folha de São Paulo

Parecer jurídico no blog do Marco Gomes

Coinbase é avaliado em mais de um 1 bilhão de reais e recebe investimentos da Bolsa de Nova Iorque e diversos figurões do Mercado Financeiro global

Bitcoin-Brasil-Wall-Street

A Coinbase, empresa americana de processamento de operações e pagamentos com Bitcoin, recebeu um investimento de 75 milhões de dólares. É o maior aporte em uma companhia da moeda digital até o presente.  Isso faz com que eles sejam avaliados em cerca de 490 milhões de dólares, o que equivale a cerca de 1,3 bilhão de reais.

Contudo não foi o valor significante da transação o que mais chamou a atenção do mercado e sim quem foram os investidores. O mais expressivo deles é a Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE) que se comprometeu publicamente em ajudar ao Coinbase a trazer mais transparência, confiança e segurança a este mercado em ascenção.

Além da NYSE, entraram no negócio o BBVA, segundo maior banco da Espanha, o ex-presidente do Citigroup Vikram Pandit, o ex-presidente da Reuters Thomas Glocer e a empresa financeira do exército americano USAA.

Em nota, o diretor executivo de investiventos do BBVA, Jay Reinemann, disse que “na sua essência, o Bitcoin é um protocolo descentralizado que possibilita a troca de valores entre entidades por todo o planeta, dando a ele o potencial de alterar o panorama dos serviços financeiros”.

Contudo, muitos entusiastas do Bitcoin não gostaram da notícia dado que pensam no Bitcoin como uma tecnologia libertária que não necessita da interferência das grandes empresas do mercado financeiro mundial. Mas o fato é que Wall Street oficialmente começou a jogar o jogo das moedas digitais.