Bitcoin Hub é criado no Rio de Janeiro

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Será lançado em 12 de de Março de 2015, no Rio de Janeiro, o Bitcoin Hub.
O projeto reúne curiosos e especialistas para discutir o funcionamento e o impacto das criptomoedas no mundo, dentre elas a mais famosa e precursora da tecnologia: o Bitcoin.

A partir de encontros presenciais realizados no Rio de Janeiro, em especial na sede do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro, o grupo torna pública uma conversa que surgiu há 4 anos entre os membros do ITS, que vem acompanhando o enorme debate internacional sobre o tema, e que quer agora aprofundá-lo no Brasil.

A participação no evento de lançamento é gratuita e pode ser feita em https://www.eventbrite.com/e/bitcoin-hub-its-lancamento-do-projeto-tickets-15999278272

Convidados


Ronaldo Lemos – Diretor do ITS, conselheiro da Stellar Foundation e apresentador do Navegador (GloboNews)

Gabriel Aleixo – Coordenador de projetos do ITS, idealizador do Bitcoin Hub

Marco Agner – Desenvolvedor de softwares, atuante nas áreas de Bitcoin e Segurança da Informação

Gabriel Menegale – Publicitário (em formação) com especial interesse em tecnologia, inovação, economia e investimentos e com passagem por iniciativas pró-liberdade


Debates

Os fundamentos técnicos e econômicos do Bitcoin

As perspectivas de uso das criptomoedas no mercado global

Como a tecnologia blockchain pode transformar as relações na era digital


Sobre o Hub

Bitcoin Hub

O projeto reúne curiosos e especialistas para discutir o funcionamento e o impacto das criptomoedas no mundo, dentre elas a mais famosa e precursora da tecnologia: o Bitcoin. A partir de encontros presenciais realizados no Rio de Janeiro, em especial na sede do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro, o grupo torna pública uma conversa que surgiu há 4 anos entre os membros do ITS, que vem acompanhando o enorme debate internacional sobre o tema, e que quer agora aprofundá-lo no Brasil.

Os focos centrais das ações do projeto são a formação de uma comunidade em torno do uso e do estudo do tema e seus desdobramentos sociais, econômicos, tecnológicos e legais; a inserção do ITS e de eventuais parceiros associados ao projeto como agregadores de interessados que, isoladamente, não conseguiriam gerar o mesmo impacto; a promoção de encontros presenciais e remotos com grandes entusiastas técnicos/teóricos e players de mercado em nível mundial. Com isso, espera-se um significativo incremento no movimento global de promoção do Bitcoin, respeitando e reforçando os princípios com base nos quais ele foi lançado, como a natureza descentralizada a partir da qual vem se consolidando.

Em Março tem início nossa série de 20 encontros presenciais planejados para o ano de 2015 no Rio de Janeiro. Eles se dividirão em 10 encontros temáticos, relacionando o Bitcoin e temas afins a um tópico de interesse específico e mostrando como as criptomoedas o afetam, e 10 encontros de acompanhamento geral da tecnologia, quando se poderá discutir sobre novos negócios e avanços técnicos do protocolo,  além de um melhor entendimento a respeito de seu funcionamento e das perspectivas tecnológicas, econômicas, políticas e legais que está abrindo.

Para os que se encontram em outras regiões do país, a formação de hubs locais e independentes para discutir e acompanhar o Bitcoin será não apenas desejada como estimulada; inclusive, com a possibilidade de integração de atividades por meio de compartilhamento de contatos e canais de comunicação, streaming de nossos encontros para grupos regionais organizados, além do desenvolvimento simultâneo de campanhas e eventos de alcance nacional. Se essa é sua intenção, escreva para contato@bitcoinhub.com.br e lhe ajudaremos.

A ideia será sempre mostrar que o Bitcoin não surgiu num vácuo, mas sim dentro de uma conjuntura específica cujos problemas busca resolver; e tende a ter mais sucesso nesse sentido quanto maior for o número de pessoas aptas a trabalhar com ele em suas respectivas áreas de especialização. Além disso, ao longo do ano, está programada a realização de dois eventos públicos no formato semelhante ao da Satoshi Square, a fim de gerar a aproximação entre entusiastas e pessoas alheias à existência ou ao funcionamento do Bitcoin.

O único pré-requisito para se integrar a essas e outras atividades que surgirão ao longo das reuniões é gostar de tecnologia e ter a mente aberta para as transformações que ela vem trazendo à sociedade. São bem-vindos indivíduos dos mais diferentes níveis de conhecimento técnico, áreas de atuação profissional e orientações políticas, dentre outros. Espera-se montar o grupo mais diverso possível nesses e nos demais aspectos, contando apenas com o desejo comum de um mundo mais curioso, autônomo e inovador.

Equipe

Gabriel Aleixo
Coordenador de Projetos do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro, onde vem pesquisando e difundindo informações sobre moedas digitais, criptografia e privacidade desde 2013. Idealizador do Bitcoin Hub, acredita no potencial transformador de tecnologias abertas e voltadas a levar mais autonomia às pessoas.

Gabriel Menegale
Publicitário (em formação) com especial interesse em tecnologia, inovação, economia e investimentos. Já teve passagem por algumas iniciativas pró-liberdade. Acredita em ordem espontânea, descentralização, economia livre e responsabilidade individual. Atualmente, trabalha em uma agência de publicidade e colabora para o projeto Bitcoin Hub na área de comunicação e marketing.

Marco Agner
Desenvolvedor de Softwares, usuário de criptomoedas desde 2013 e focado em tecnologias com potencial para melhorar a realidade em que vivemos. Atualmente, atua como consultor técnico no projeto Bitcoin Hub e contractor remoto para uma empresa do ramo de soluções no uso de Bitcoin por clientes e negócios.

Saiba mais sobre o Bitcoin Hub em www.bitcoinhub.com.br

Como declarar seus bitcoins no Imposto de Renda de 2015

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O Bitcoin ainda é um assunto novo para muitas pessoas, inclusive para a Receita Federal. Como muita gente ainda se perde em relação ao que fazer na declaração, criamos este resumo explicando como declarar seus bitcoins no imposto de renda.

Atenção, isso não é uma consultoria tributária. Use por sua conta e risco. Infelizmente impostos são um assunto complexo no Brasil e, apesar de nossa pesquisa intensa, algo pode estar incompleto ou incorreto nas recomendações abaixo.

Pela legislação vigente no Brasil, não há nenhuma lei que dê tratamento diferenciado ao Bitcoin. Assim, ele é considerado um bem, da mesma forma que uma obra de arte, por exemplo.

No ano passado, o fisco fez algumas declarações que podem ser resumidas da seguinte forma:

– Quem possui mil reais ou mais em bitcoins, deve incluí-los na seção “outros bens” da declaração de imposto de renda.

– Por não existir uma cotação oficial do Bitcoin, estes incluidos em “outros bens” podem ter seu valor calculado considerando-se a cotação de uma bolsa, como o Mercado Bitcoin, no Brasil, ou Bitstamp, na Europa. O valor a declarar por cada unidade, deve ser o valor de 31/12/2014. No Mercado Bitcoin esse valor foi de 910,99 a unidade ao fim do dia e este pode ser usado como referência.

– Se você fez uma venda superior a 35 mil reais em um mês e obteve lucro com essa operação, você deve pagar imposto de 15% sobre o montante ganho.

– Caso você não tenha declarado os ganhos com Bitcoin nos últimos cinco anos, precisa pagar o imposto com multa e juros.

Com estes três pontos acima, as principais dúvidas quanto à forma de declarar estão respondidas.

As matérias a seguir têm exemplos ilustrativos e mais detalhados de como proceder, caso o leitor ache necessário.

Matéria da Folha de São Paulo

Parecer jurídico no blog do Marco Gomes

Coinbase é avaliado em mais de um 1 bilhão de reais e recebe investimentos da Bolsa de Nova Iorque e diversos figurões do Mercado Financeiro global

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A Coinbase, empresa americana de processamento de operações e pagamentos com Bitcoin, recebeu um investimento de 75 milhões de dólares. É o maior aporte em uma companhia da moeda digital até o presente.  Isso faz com que eles sejam avaliados em cerca de 490 milhões de dólares, o que equivale a cerca de 1,3 bilhão de reais.

Contudo não foi o valor significante da transação o que mais chamou a atenção do mercado e sim quem foram os investidores. O mais expressivo deles é a Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE) que se comprometeu publicamente em ajudar ao Coinbase a trazer mais transparência, confiança e segurança a este mercado em ascenção.

Além da NYSE, entraram no negócio o BBVA, segundo maior banco da Espanha, o ex-presidente do Citigroup Vikram Pandit, o ex-presidente da Reuters Thomas Glocer e a empresa financeira do exército americano USAA.

Em nota, o diretor executivo de investiventos do BBVA, Jay Reinemann, disse que “na sua essência, o Bitcoin é um protocolo descentralizado que possibilita a troca de valores entre entidades por todo o planeta, dando a ele o potencial de alterar o panorama dos serviços financeiros”.

Contudo, muitos entusiastas do Bitcoin não gostaram da notícia dado que pensam no Bitcoin como uma tecnologia libertária que não necessita da interferência das grandes empresas do mercado financeiro mundial. Mas o fato é que Wall Street oficialmente começou a jogar o jogo das moedas digitais.

Considerações sobre a queda do preço do Bitcoin

(Este texto é a cópia de uma carta enviada pelo carta enviada pelo Mercado Bitcoin aos clientes)

A recente queda no preço do Bitcoin tem sido motivo de discussões intensas e nos últimos dias tomou a mídia internacional e no Brasil. Gostaríamos de compartilhar os fatores que podem estar por trás deste movimento.

MINERAÇÃO COMERCIAL

Nos últimos dias vários acontecimentos tem afetado a indústria de mineração comercial de Bitcoins o que pode estar forçando a queda dos preços.

Nos anos iniciais da tecnologia, os mineradores eram mais propensos a acumular Bitcoins. Agora a maioria dos é formada por empresas com diversos custos e acionistas que devem ser pagos em moeda corrente. Isso pode estar causando pressão no preço, dado que estes mineradores precisam vender uma quantidade substancial dos bitcoins recém minerados.

Há também a preocupação de que a lucratividade da mineração comercial pode ter diminuído com a queda brusca dos preços, o que pode provocar a venda ainda maior do que a quantidade desejada e o encerramento das atividades de alguns destes grandes mineradores comerciais.

SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DAS ATIVIDADES DO BITSTAMP

O problema de segurança que afetou o site europeu Bitstamp recentemente pode ter contribuído para uma queda de confiança, o que pressionou os preços para baixo.

NEGOCIAÇÃO USANDO MARGEM

Sem entrar em detalhes, negociação de margem é um instrumento financeiro avançado que no último ano passou a existir em alguns mercados de Bitcoin. Nos ativos tradicionais ela normalmente existe em conjuto com outros instrumentos complexos como as opções para que as variações de preço tenham menos impacto. No caso do Bitcoin, estes outros instrumentos complementares são menos desenvolvidos o que faz com que pressões para baixo sejam mais intensas.

CAPITAL DOS FUNDOS DE INVESTIMENTOS

Em 2014, aquantidade de capital investido em empresas de Bitcoin ultrapassou a taxa de investimento nas empresas de internet em 1995. A consequência mais provávels destes investimentos será um aumento da qualidade das empresas de Bitcoin e seu tamanho.

Especula-se que com estes fundos aplicando seu capital diretamente nas empresas, estes deixem de comprar bitcoins diretamente. Comprar bitcoins era uma forma rápida e eficiente de ganhar exposição nesta tecnologia inovadora. Portanto, os fundos que antes compravam moedas agora as vendem para fazer investimentos diretamente nas empresas o que também pode contribuir com a que nos preços.

FUNDAMENTOS POR TRÁS DA TECNOLOGIA

O fundo americano Pantera Capital, especialista em investimentos com Bitcoin, criou um índice para medir o avanço da tencnologia. Intencionalmente, ele excluí o preço como uma das medidas de adoção, mas computa diversas variáveis do ecossistema do Bitcoin. Este índice aumentou em 109% desde que o preço do Bitcoin era de 190 dólares, em Novembro de 2013. Conforme a tabela abaixo, sete dos oito componentes do índice cresceram no período.

Métrica Novembro 2013 Janeiro 2015 Variação
Carteiras 1,527,411 6,174,765 304%
Lojas que aceitam nos EUA 12,000 38,000 216%
Interesse dos Programadores 1,870 4,954 165%
Interesse em mídias sociais (Reddit) 55,940 147,673 164%
Volume de transações 150,389 186,115 24%
Interesse na Wikipedia 7,536,620 13,223,130 75%
Interesse no Google 33 25 -25%
Taxa de Hash 3,692,303 307,081,470 8216
ÍNDICE (BITINDEX) 199 416 109%


Caso tenha alguma dúvida, entre em contato pelo e-mail admin@mercadobitcoin.com.br

Equipe do Mercado Bitcoin

Microsoft passa a ser a maior empresa do mundo a aceitar bitcoins

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Microsoft passa a maior empresa do planeta a aceitar bitcoins

Microsoft passa a maior empresa do planeta a aceitar bitcoins! To the moon!

Tornou-se público hoje que a Microsoft está, desde o começo da semana, aceitando Bitcoins para a compra de conteúdo digital para Windows, Windows Phone, Xbox, Xbox Music e Xbox Video Store.

A empresa já havia sido a primeira a colocar a cotação de preços de Bitcoins para outras moedas em seu buscador, o Bing, há alguns meses.

Este é um dos maiores movimentos atestando a legitimidade da moeda até hoje e se segue a diversos depoimentos do fundador da empresa, Bill Gates, dizendo o quanto a tecnologia é inovadora.

A atitude da empresa pegou o meio tecnológico de surpresa e está incitando diversas discussões sobre o motivo e o quanto a empresa vai entrar na tecnologia das moedas digitais. Especula-se até que seja uma resposta ao lançamento do meio de pagamentos da apple, o Apple Pay.

Por enquanto, esta forma de pagamento está disponível apenas nos EUA, mas assim como esta integração ocorreu sem aviso, espera-se que mais notícias vêm por aí.

Filme: O surgimento e a ascensão do Bitcoin

The Rise and Rise of Bitcoin” conta a história de Daniel, um programador de computação de Pittsburgh, após seu contato com o mundo da criptomoeda no ano de 2011. O filme narra a história do fascínio e a paixão pelo Bitcoin que tomaram conta de Daniel, enquanto ele encontra os principais desenvolvedores, empreendedores e entusiastas da moeda digital.

Um dos melhores documentários sobre o surgimento e a ascensão do Bitcoin está disponível para venda no iTunes, no Vimeo, e aos assinantes da NET por meio do NET Now (Telecine On Demand, R$ 9,90 com legendas em português).

“The Rise and Rise of Bitcoin” (O surgimento e a ascensão do Bitcoin) conta a história de Daniel, um programador de computação de Pittsburgh, após seu contato com o mundo da criptomoeda no ano de 2011. O filme narra a história do fascínio e a paixão pelo Bitcoin que tomaram conta de Daniel, enquanto ele encontra os principais desenvolvedores, empreendedores e entusiastas da moeda digital.

É um documentário muito bem produzido que nos mostra um pouco do início dessa invenção revolucionária, bem como o papel dos super­-early-adopters, as diversas bolhas e quedas de preço e o impacto que a maior inovação tecnológica desde a internet pode ter no nosso mundo.

Veja o trailer abaixo.

Post originalmente publicado pelo economista Fernando Ulrich em http://www.infomoney.com.br/blogs/moeda-na-era-digital/post/3645254/filme-surgimento-ascensao-bitcoin

Venha para a melhor conferência de Bitcoins do ano!!!

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Participe da melhor conferência de Bitcoins do ano, no Rio de Janeiro!

Bem-vindos ao Rio de Janeiro! \o/

Em 6 e 7 de dezembroa comunidade brasileira de bitcoins, com cerca de 100 mil pessoas, vai promover a Conferência Latino Americana de Bitcoins:  www.LaBitconf.com/br

Ela ocorrerá no Rio, uma das cidades mais bonitas do planeta e será a conferência global mais agradável e animada do ano, contando com os principais nomes da tecnologia. Será a melhor oportunidade para aprender sobre Bitcoins e conhecer as pessoas que já dedicam sua vida à essa revolução. O evento terá um público de mais de 20 países procurando por oportunidades de conhecer o ambiente de Bitcoins do Brasil e fazer investimentos.

Entre os palestrantes brasileiros estarão Ronaldo Lemos, um dos criadores do Marco Civil da internet, membro da Mozzila Foundation e do projeto Stellar e que também é apresentador do programa Navegador da Globo News, e eventualmente do programa Esquenta da TV Globo. Palestrarão também, Rodrigo Batista, sócio do MercadoBitcoin.net e Celso Pitta, criador da plataforma global de empréstimos de Bitcoin, BTCJam entre outros empreendedores locais.

Entre os nomes internacionais estarão Jeff Garzik, um dos desenvolvedores do núcleo do Bitcoin, que falará sobre os planos de desenvolvimento da tecnologia. Duas das principais empresas globais de Bitcoins estarão representadas: Tony Gallip, presidente do Bitpay e Nicolas Cary do Blockchain.info. Também participarão, entre cerca de 25 outros palestrantes internacionais.

Durante dois dias inteiros, com cerca de 20 apresentações e painéis, os participantes poderão entender e antecipar as oportunidades do Bitcoin no Brasil e no mundo.

A conferência será também uma oportunidade para assistir ao lançamento de novos produtos para o mercado mudial e brasileiro.

Compre seu ingresso no site em www.LaBitconf.com/br . Use o código promocional YQG3V6LX2Z até o dia 29 de Outubro, e ganhe 20% de desconto.

Para mais informações, envie um e-mail para info@labitconf.com

Pesquisadores de Stanford, MIT e especialistas de Bitcoin lançam a “Internet do dinheiro”

StellarMercadoBitcoin.com.br participa do desenvolvimento e é o responsável inicial por apresentar o projeto no Brasil
 
Hoje, 31 de julho,  foi lançado o Stellar.org, projeto de uma nova moeda virtual inspirada no Bitcoin e criada por Jed McCaleb, uma das pessoas mais conhecidas no mundo das moedas virtuais e David Mazieres, especialista em segurança da computação e professor em Stanford.O projeto é ambicioso e pretende ser a internet das transações financeiras, por permitir o tráfego de qualquer tipo de moeda ou valor entre pessoas de qualquer lugar do mundo em poucos segundos.

Alguns dos principais pensadores da computação na atualidade estão envolvidos no projeto. Entre eles:

Ronaldo Lemos – Diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro
Joi Ito – Diretor do Media Lab, no MIT
David Mazières –  Professor de segurança da informação em Stanford
Greg Stein – Diretor da Fundação Apache
Matt Mullenweg – Fundador do WordPress
Keith Rabois – COO do Square
Patrick Collison – Fundador do Stripe
Naval Ravikant – Fundador do AngelList
Linda Stone – Advisor no MediaLab
Sam Altman – Presidente do Y Combinator
Jackson Palmer – Fundador do Dogecoin
Dan Kaminsky – Especialista em Segurança da White Ops

A moeda será distribuída gratuitamente em todo o planeta, inicialmente para usuários do Facebook, e depois de acordo com uma escala já disponível no site Stellar.org.

O Mercado Bitcoin participou ativamente da criação do projeto e será uma das primeiras bolsas no mundo a se conectar na rede do Stellar, a partir do dia 28 de agosto. Será também o responsável por sua divulgação nos países de língua portuguesa.

Mais detalhes sobre o projeto podem ser obtidos em: www.stellar.org

Bolão da copa do mundo com Bitcoins! Grande idéia!

 

Bitkup

Foi criada por membros da comunidade de bitcoins brasileira uma plataforma Tupiniquim para apostas anônimas com BITCOIN.

Não é um site de apostas convencional, a Bitkup é um bolão que possui a seguinte mecânica:

Existem duas Ligas:

Bitkup FREE e Bitkup PRO

Ao se cadastrar no site você automaticamente passa a fazer parte da Liga FREE e pode jogar por diversão e concorrer a brindes (relacionados a criptomoedas) que devem ser anunciados após o início da Copa do Mundo 2014.

Agora, se deseja concorrer ao prêmio acumulado (BITPOT) em Bitcoin você deve fazer o pagamento de 0.05 BTC e após a rede confirmar sua transferência passa a fazer parte da Liga PRO.

Desse pagamento 0.04 vai para o valor acumulado e anunciado na Home do site (BITPOT) e 0.01 é a taxa por aposta e que será usada para cobrir os custos e manutenções da bitkup.

O Bitkup tem uma política de transparência rígida e que garante o pagamento do prêmio a quem realmente acertar o maior número de resultados.

Porcentagem de premiação na Liga Bitkup PRO:

• 50% para o primeiro colocado
• 15% para o segundo colocado
• 13% para o terceiro colocado
• 22% divididos entre os demais 17 colocados

Somos transparentes mas as apostas são totalmente anônimas, apenas o nickname/score será público (via Ranking) e os 20 melhores classificados na Liga PRO tem seus palpites (de jogos passados e que estão rolando) abertos e auditáveis, assim será possível qualquer participante comprovar porque o “Usuário_X” é o primeiro no ranking e possui ”N” pontos.

A carteira também é aberta e pode ser visualizada na blockchain:

https://blockchain.info/address/17CcWnEabTLNmwiSqohXuDJHvAKJo1Hy28

Se reparar bem existe uma pequena diferença entre o valor acumulado na BITPOT e o valor existente na carteira, isso acontece pois a taxa cobrada por cada aposta (0.01 BTC) não entra no montante anunciado na BITPOT, ele é subtraído cada vez que alguém paga 0.05 BTC, mas esse valor, referente a taxa de manutenção permanece na mesma carteira onde está o prêmio, até o final da Copa do Mundo. Após o pagamento de todos os vencedores da Liga PRO, o valor restante será referente a essa taxa de 0.01 BTC por apostador.

Todos recebem ao final da Copa, inclusive a equipe Bitkup, assim tudo pode ser acompanhado com clareza e auditado se for necessário.

No lançamento da bitkup os desenvolvedores responsáveis pelo projeto contribuíram com 1.46 BTC’s (livres de taxa) para o prêmio acumulado, deixando a competição mais atraente.

Pra quem curte um bolão, possui Bitcoin e quer tentar a sorte, acesse:

https://bitkup.com/pt

E não deixe de ler atentamente os TERMOS DE USO.

Qualquer dúvida, sugestão ou questionamento conta os  canais no Twitter e Facebook ou pelo e-mail contato@bitkup.com

Social:

https://twitter.com/bitkup

https://facebook.com/bitkup

Boas apostas! :-)

 

O Mercado Bitcoin e a conferência de Bitcoins em Amsterdam

Mercado-Bitcoin-Sponsorship-Bitcoin-2014

Mercado Bitcoin patrocinando a Bitcoin 2014

Em maio de 2013 embarquei para San Jose, no Vale do Silício, para a primeira conferência de Bitcoins organizada pela recém-criada Bitcoin Foundation. Naqueles dias meu amigo da época de USP, o Gustavo, e eu havíamos acabado de sacramentar a compra do Mercado Bitcoin. Éramos vistos como doidos ou irresponsáveis, dada a quantia de dinheiro em que comprometemos em um negócio de risco tão alto. Mas esta não foi uma decisão impensada, desde 2012 vínhamos estudando o potencial da tecnologia.

Não me lembro exatamente da primeiramente vez em que ouvi falar de Bitcoin. Praticamente simultaneamente, li uma uma reportagem da revista Super Interessante falando de uma nova moeda e um estagiário do banco em que eu trabalhava contava para todos que quisessem ouvir a respeito das loucuras da mineração de moedas virtuais. O ponto é que estudá-la virou um passatempo, e o passatempo passou a ser meus estudos, meu trabalho e minha paixão.

Exatamente um ano após aquela viagem e a compra do Mercado Bitcoin, novamente tomei um avião, desta vez na companhia do Gustavo, e fomos para Amsterdam, palco da Bitcoin2014. O segundo evento organizado pela Bitcoin Foundation.

Este intervalo de um ano entre um conferência e outra foi com certeza o ano mais intenso de nossas vidas. Além de tocarmos empregos paralelos durante a maior parte do tempo, tivemos a loucura dos chineses comprando Bitcoins como se não houvesse amanhã no final de 2013, o que pediu noites em claro e a contratação de um time e de uma sede para a empresa em em um fim de semana. Trabalho que consumiu até a última gota de energia do Gustavo, que no final contratou pessoas de quem tenho orgulho. Houve também uma série de altos e baixos, explicações para autoridades, clientes compreensivos e outros menos, palestras por todo o planeta e toda sorte de problema e de solução. Sem contar que neste intervalo o Gustavo tornou-se um dos nadadores mais rápidos do Brasil aos trinta e poucos anos após uma década sem treina. Neste tempo eu me tornei pai.

Nossa empresa tornou-se a maior bolsa de moedas virtuais da América latina, com a maior comunidade ativa no Facebook no planeta. Dois novos sócios subiram à bordo, o Maurício e Marcos, chegamos a operar quase 20 milhões de reais em dois meses e pagamos os impostos sobre cada centavo. Fomos reconhecidos pela mídia nacional e mundial, chegando a ter uma matéria sobre nós na Bloomberg, uma das maiores empresas de informações financeiras do mundo. Foram 12 meses bem intensos.

Bom, agora que falei demais, chegamos em 2014, a Amsterdam.

A conferência foi de uma organização impressionante, e boa parte do que foi feito estava sob liderança de uma brasileira, a Fernanda. Ela devia ter sido chamada para por ordem na copa, ou nas olimpíadas. As discussões e palestras aconteciam em quatro salas ao mesmo tempo. A Foundation prometou colocar todos os vídeos no canal dela no youtube, no endereço: https://www.youtube.com/user/BitcoinFoundation

Falando sobre minhas impressões, a primeira coisa a se notar é que o ambiente da conferência comparado à 2013 foi completamente outro. Em 2013 me senti em uma woodstook geek. Éramos todos nerds, discutindo como levar a tecnologia das moedas virtuais para as pessoas, discutindo mineração e aproveitando o tempo livre para ir comprar bonecos do Darth Vader na vizinhança.

A de 2014 foi completamente diferente. O que vou dizer aqui desagrada a muitos, mas o Bitcoin virou um negócio. Um negócio que já movimenta muitos milhões, está no caminho dos vários bilhões e já há quem diga que é um universo trilhonário.  Universo esse que já conta com o interesse dos governos das principais nações do planeta que neste momento estão  pensando em como encaixar essa nova tecnologia nas leis com que eles estão acostumados. Além dos nerds da conferência anterior, esta contou com a presença de várias figuras desta nova realidade. Muitos foram os fundos de investimentos, grandes empresas,  advogados e reguladores presentes. A fase da inocência acabou, e com ela foram embora figuras famosas do início do Bitcoin como a Mt-Gox, o Charlie Schrem, o Silk Road e mesmo a Apple fugiu de nós, proibindo carteira de Bitcoin na Apple store (por favor, se você tem um iPhone, troque por um Android). Empresas iniciantes em 2013 como o Bitpay de pagamentos, a Lamassu, fabricante de caixas de Bitcoins e a KNC de equipamentos de mineração tornaram-se grandes empresas.

Nós também crescemos e nos tornamos um dos patrocinadores do evento. Também palestramos a respeito do mercado latino americano e brasileiro. Confesso que nada disso passou por minha cabeça lá em 2013.

E o Bitcoin?

Posso afirmar que, se tínhamos alguma dúvida, agora não há mais. O Bitcoin veio para ficar. Neste último ano a tecnologia passou por diversas provas e sobreviveu a todas. Ainda estamos no começo e há questões a serem melhoradas, como torná-la acessível ao cidadão médio, com pouco interesse ou traquejo tecnológico. Mas está claro que criou-se ao mesmo tempo uma nova área de estudos das Ciências da Computação, da Economia e mesmo da sociologia.  Agora, além ser possível interagir com qualquer pessoa do mundo de forma instantânea, é possível também transferir valores, a custo baixíssimo, de maneira imediata, e isto muda tudo. Agora é possível pagar um professor de inglês na Austrália sem nenhum intermediário. É possível a carros que se auto dirigem pararem em um posto de gasolina, se abasteçam e paguem a própria conta.  É possível que robôs negociem uns com os outros. E tudo isso ficou claro neste último ano.

Agora resta a nós e todos que queiram empreender, criar as condições para que o Brasil seja um dos destaques na conferência de 2015. As moedas virtuais são uma tecnologia em que o fato de estar no Brasil não atrapalha e pode até ajudar novos empreendedores. É uma oportunidade como poucas na história. Ninguém pediu, mas fica meu conselho a quem quer empreender: estude o Bitcoin, estude as novas tecnologias que surgem dele como o Ethereum,  Side Chains, Dark Coin, Litecoin e meta a cara. Vão te chamar de doido, mas as chances de estar em Maio de 2015 em algum lugar do planeta discutindo os rumos das moedas virtuais é muito alta.

Rodrigo Batista, sócio do Mercado Bitcoin, na discussão sobre o Bitcoin no mundo

Painel Global Pioneers in Bitcoin – Bobby Lee (Moderador, BTC China), Zane Tackett (OK Coin), Meni Rosenfeld (Israeli Bitcoin Assoc), John Karanja (Whive.org), Rodrigo Batista (Mercadobitcoin.com.br), Steve Beauregard (Go Coin)