A semana vai terminando com um gosto amargo para os entusiastas de ativos digitais com as cotações das 100 maiores moedas em valor de mercado, de acordo com o CoinMarketCap, “derretendo” com notícias desfavoráveis chegando ao grande público.

O Bitcoin, que não conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 12,2 mil, viu seu preço “ir ladeira abaixo” e alcançar os US$ 8,8 mil nesta sexta-feira, dia 9; queda de 12% nas últimas 24 horas, segundo o CoinMarketCap. No Brasil, a moeda está sendo negociada a R$ 30,4 mil no Mercado Bitcoin.

O Ethereum também não demonstrou reação e manteve a tendência negativa de ontem, chegando a US$ 675, recuo de 11,6% nas últimas 24 horas.

O Ripple seguiu os primeiros colocados e tem baixa de 10,7% nas últimas 24 horas, sendo cotado a US$ 0,77.

Nessa mesma linha, o Bitcoin Cash mergulha 11,4% nesta sexta-feira e vale US$ 967 no CoinMarketCap. No Mercado Bitcoin, a altcoin é negociada a R$ 3.449.

Para encerrar o top 5, o Litecoin é a única entre as cinco primeiras posições a despencar menos de 10%. A criptomoeda cai 9,9% nas últimas 24 horas e alcança os US$ 166,5 no exterior e R$ 580 na plataforma do Mercado Bitcoin.

Cotações no CoinMarketCap nesta sexta-feira

Baixa expectativa

O mercado se assustou com a notícia de que a corretora Binance foi hackeada. Apesar da empresa ter garantido que as transações irregulares foram revertidas, o medo prevaleceu. Em nota, a companhia revelou que os hackers perderam moedas durante o ataque, mas a afirmação não aumentou a sensação de segurança dos usuários.

Outro fator que vem afetando o humor dos entusiastas é a possibilidade de regulação da SEC (Securities and Exchange Comission, em inglês, autoridade regulatória equivalente à CVM nos EUA) não ser tão favorável a inovação quanto os entusiastas desejam.

O temor também vem sendo impulsionado pelo bloqueio às operações de diversas corretoras na China. Entre as exchanges que ficaram com seus servidores offline para usuários chineses nesta sexta-feira estão a Binance, a BitMEX e a Bitfinex.

Preocupações com regulação e segurança mantêm cotações em baixa
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